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	<title>Comments on: Delas Freres, Tavel La Comballe Rose 2007</title>
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	<description>Bem vindo ao Blog. Os melhores vinhos, na opinião dos amigos.</description>
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		<title>By: peter wolffenbüttel</title>
		<link>http://nossovinho.com/archives/11646/comment-page-1#comment-2714</link>
		<dc:creator>peter wolffenbüttel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 00:33:34 +0000</pubDate>
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		<description>Alexandre, depois avisa o que pensa sobre este rose. As comparações são sempre interessantes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alexandre, depois avisa o que pensa sobre este rose. As comparações são sempre interessantes.</p>
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		<title>By: Alexandre Queiróz</title>
		<link>http://nossovinho.com/archives/11646/comment-page-1#comment-2684</link>
		<dc:creator>Alexandre Queiróz</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Jan 2010 02:52:16 +0000</pubDate>
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		<description>Paulo,

Este já está na lista dos próximos a serem degustados.[

Abraço!

Alexandre.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo,</p>
<p>Este já está na lista dos próximos a serem degustados.[</p>
<p>Abraço!</p>
<p>Alexandre.</p>
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		<title>By: peter wolffenbüttel</title>
		<link>http://nossovinho.com/archives/11646/comment-page-1#comment-2681</link>
		<dc:creator>peter wolffenbüttel</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Jan 2010 19:52:10 +0000</pubDate>
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		<description>Paulo, alguns esclarecimentos se fazem necessários quanto à comparação dos rosés, para que o português não saia tão derrotado.

 De uns tempos para cá os supermercados aparecem inundados de vinho rosé. Mas já se perguntou porque razão, havendo tão pouco interesse em vinhos rosés, tradicionalmente era um vinho destinado a senhoras e as &#039;abuelita&#039; avós de carteado, de um momento para o outro tudo quanto é produtor sul americano decidiu lançar um rosé?

Tudo tem uma explicação e bem simples. Na verdade os produtores bem sabiam que se vendia pouco rosé, mas também pouco investiam na sua produção. A maioria dos rosés que por aí se vendem (embora também haja boas e honrosas exceções) são meros subprodutos do vinho tinto que, em vez de jogar fora,  a sangria, se engarrafa e vende com uma belíssima cor salmão ou rosada.

É que de uns anos par cá muitos consumidores passaram a gostar de tintos, mas não basta ser tintos, tem que ser retintos, com concentração máxima de cor, aroma e álcool bem ao estilo vinho new world.

Mas como é que, de um momento para o outro, se começou, também, a produzir rosés, principalmente os argentinos que são poderosas bombas de cor e de fruta, com teores alcoólicos que já ultrapassam os 14 graus? Alguns parecem até groselha de tão adocicados que são.

Há conhecimento e tecnologia aplicada, mas um dos segredos é realizar a sangria do vinho tinto. Ao sangrá-lo, isto é, ao retirar-se parte do sumo proveniente da prensagem da uva, aumenta-se a concentração do mosto e a respectiva cor, originando assim vinhos mais complexos e frutados. Bem e a sobra? ela virou o vinho rosé. Mas isto tudo não quer dizer que são ruins e sim que foram feitos de maneira diferente dos tradicionais rosés franceses.

No caso específico o rosé português, era um vinho feito neste estilo. Completamente diferente do Tavel que desde a videira até a garrafa é trabalhado para ser um rosé, portanto, quando se prepara o mosto com uvas tintas, logo separa-se a casca para que possa ser vinificado como rosé, claro que o tempo de contato da casca com o mosto determinará a cor do rosé e sua intensidade aromática.

A ideia da comparação na degustação foi ver, ao vivo e a cores, exatamente qual a diferença entre o rosé de sangria e o rosé que foi projetado para ser um rosé. Espero que não tenha me alongado na explicação, alguns acham enfadonho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo, alguns esclarecimentos se fazem necessários quanto à comparação dos rosés, para que o português não saia tão derrotado.</p>
<p> De uns tempos para cá os supermercados aparecem inundados de vinho rosé. Mas já se perguntou porque razão, havendo tão pouco interesse em vinhos rosés, tradicionalmente era um vinho destinado a senhoras e as &#8216;abuelita&#8217; avós de carteado, de um momento para o outro tudo quanto é produtor sul americano decidiu lançar um rosé?</p>
<p>Tudo tem uma explicação e bem simples. Na verdade os produtores bem sabiam que se vendia pouco rosé, mas também pouco investiam na sua produção. A maioria dos rosés que por aí se vendem (embora também haja boas e honrosas exceções) são meros subprodutos do vinho tinto que, em vez de jogar fora,  a sangria, se engarrafa e vende com uma belíssima cor salmão ou rosada.</p>
<p>É que de uns anos par cá muitos consumidores passaram a gostar de tintos, mas não basta ser tintos, tem que ser retintos, com concentração máxima de cor, aroma e álcool bem ao estilo vinho new world.</p>
<p>Mas como é que, de um momento para o outro, se começou, também, a produzir rosés, principalmente os argentinos que são poderosas bombas de cor e de fruta, com teores alcoólicos que já ultrapassam os 14 graus? Alguns parecem até groselha de tão adocicados que são.</p>
<p>Há conhecimento e tecnologia aplicada, mas um dos segredos é realizar a sangria do vinho tinto. Ao sangrá-lo, isto é, ao retirar-se parte do sumo proveniente da prensagem da uva, aumenta-se a concentração do mosto e a respectiva cor, originando assim vinhos mais complexos e frutados. Bem e a sobra? ela virou o vinho rosé. Mas isto tudo não quer dizer que são ruins e sim que foram feitos de maneira diferente dos tradicionais rosés franceses.</p>
<p>No caso específico o rosé português, era um vinho feito neste estilo. Completamente diferente do Tavel que desde a videira até a garrafa é trabalhado para ser um rosé, portanto, quando se prepara o mosto com uvas tintas, logo separa-se a casca para que possa ser vinificado como rosé, claro que o tempo de contato da casca com o mosto determinará a cor do rosé e sua intensidade aromática.</p>
<p>A ideia da comparação na degustação foi ver, ao vivo e a cores, exatamente qual a diferença entre o rosé de sangria e o rosé que foi projetado para ser um rosé. Espero que não tenha me alongado na explicação, alguns acham enfadonho.</p>
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