As uvas típicas da Italia

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Muita gente conhece as tradicionais uvas tintas francesas, Cabernet Sauvignon, Merlot e  Pinot Noir. São também bastante populares a argentina Malbec e a chilena Carmenére, (Original da França e extinta naquele país com a praga Filoxera no final do século século XIX, inicio do seu óculo XX). Mas neste post vou publicar informações interessantes sobre as uvas originarias da Itália. A fonte é o sensacional Guia Zahar, Vinhos do mundo todo.

Aglianico: Antiga cepa tinta encontrada no sul da Italia, produz vinho bem encorpados com sabores de cereja, chocolate e alcatrão.

Arneis: Uma das melhores cepas italianas brancas, a Arneis confere ao vinho perfume de melão, pois pêra e amêndoas. A Arneis é cultivada sobretudo no Piemonte, norte da Italia.

Barbera: Esta é outra estrela do Piemonte, produz vinhos tintos com sabor de fruta madura, especiarias, super sedosos e encorpados. É a segunda uva mais cultivada na Italia, perdendo apenas para a Sangiovese.

Cortese: É uma uva branca de alta qualidade que produz vinhos refrescantes, com sabores minerais, de lima e ameixa verde, encontrada no Piemonte, Lombardia e Vêneto. As melhores dão da denominação Gavi.

Corvina: Esta é a principal uva tinta de Valpolicella, produz os clássicos Amarones. Tem sabores concentrados e caninos sedosos. Sua região original é Verona.

Dolcetto: Uma cepa “docinha” que gera vinhos mais simples e fáceis de tomar, de cor rubi vibrante e sabor de cereja. Ela é do Piemonte e faz vinhos para serem consumidos jovens.

Garganega: uva encontrada em Vicenza e Verona, no nordeste da Italia, ficou marcada por produzir vinhos de baixa qualidade, mas pode produzir bons vinhos brancos com sabores de amêndoas. Procure a denominação Soave Classico.

Nebbiolo: Aqui a coisa é muito séria. Pessoalmente eu arrisco dizer que é difícil de encontrar vinhos com Nebbiolo que sejam ruins. Ela é a responsável pelos sofisticados Barolo e Barbarescos, que podem ser quadrados por dezenas de anos. Tem sabores de rosas, alcatrão, especiarias e framboesa. Taninos potentes e alta acidez.

Sangiovese: A mais popular e mais cultivada cepa da Italia, original da Toscana, produz vinhos de qualidade mundial, mas também ja me deparei com alguns desastres, pois a uva realmente é cultivada em larga escala. Traz sabores de ervas, baunilha e cereja. A principal uva do Chianti. É importante saber que tem uma variante ainda mais sofisticada de nome Sangiovese Grosso, que produz os Brunelos de Montalcino.

Trebbiano: Cepa branca que é usada em enorme escala para vinhos sem muita expressão. A uva branca mais cultivada da Itália. Geralmente é misturada com outras uvas brancas,

Greco Bianco: Uva grega, muito antiga e cultivada principalmente na região de Campanha. Sua melhor expressão é na denominação Greco di Tufo DOC.

Primitivo: Esta uva tem alto teor alcoólico, sua origem é a Croácia, geneticamente idêntica a Zinfandel dos Estados Unidos, existe a variedade Primitivo di Salento e Primitivo di Manduria. Muito cultivada na região da Puglia no sul da Italia.

Verdicchio: Cepa branca da região de Le Marche na região central da Italia, produz vinhos vivos com sabor de limão, grama e amêndoas.

Montepulciano: Uma uva produzida em larga escala na Italia Central, sobretudo a Montepulciano D’Abruzzo, produz vinhos com sabor de cereja e amora, super vivos e ácidos.

Negroamaro: Produz vinhos encorpados de sabor de cereja e alcaçuz. Uva cultivada no sul da Italia e usada em misturas.

Vernaccia: Uma uva branca versátil, mais conhecida na denominação Vernaccia di San Gemignano na Toscana. Produz um vinho branco seco, com sabores de nozes e especiarias.

 

 

 

 

 

 

 

 

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