Barolo Domenico Clerico Pajana 1997

Barolo Domenico Clérico é um dos fundadores do modernismo na produção de Barolos

Já retratamos aqui algumas vezes este produtor de Barolo no Piemonte: Dominico Clerico, quase sempre recomendado pelo nosso correspondente Italiano Guido L’albereta da Vittorio. Na verdade este é o pseudônimo de um grande amigo que ama, como eu os vinhos Italianos.

Pois bem, no mês de julho de 2018, Guido L’albereta da Vittorio e sua esposa viajaram pela Italia, e o primeiro endereço foi a região dos Lagos no Norte, perto da cidade de Milão. Barolo Domenico Clerico Pajana 1997, uma raridade, foi o primeiro vinho que Guido enviou ao blog nesta longa viagem de muitos rótulos e paisagens lindas.

Domenico Clérico é um dos fundadores do modernismo na produção de Barolos. Ele difundiu que os vinhos devem ser envelhecidos em pequenas barricas de carvalho e não em grandes tonéis, como fazem os produtores tradicionalistas do Piemonte. Com isso Clérico consegue um envelhecimento mais rápido e que pode ficar melhor para o consumo em um tempo mais curto.

Porém o Guido preferiu um clássico da década de 90, o Pajana 1997. Há 17 anos atrás, um dos mais famosos críticos do mundo escreveu sobre o Pajana 1997:

The best wine ever from Clerico and one of the best textbook Barolos I have ever tasted. Dark, with amazing aromas of crushed berries, flowers and spices, plus a mineral undertone. Full-bodied, with super, well-integrated tannins and lots of subtle, refined fruit character. Long finish. A beauty. Best after 2006. 350 cases imported. (JS) Score: 98 James Suckling, Wine Spectator (30/11/01), November 2001

Vamos aguardar a opinião do Guido L’albereta da Vittorio, sobre sua experiência com o Pajano 1997.

 

Pajano 1997

 

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