Philippe Pacalet Nuits-St.-Georges 2005

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Nesta 6a feira fui almoçar com Sergio e Alcir e o propósito era comemorar 2009 e abrir 2010. Fomos como sempre ao Varanda Grill e lá pedimos ajuda ao Sylvio. Ele escolheu o vinho e nos serviu sem mostrar a garrafa. A idéia era tentar entender que tipo de vinho estava servido e passei um tremendo papelão.  Assim que peguei a taça notei que o vinho tinha uma cor vermelha alaranjada e um pouco pálida e na impressão visual pareceu ser um Barolo (Estava com Barolos em mente nesta semana), ou um Brunello de Montalcino.

No aroma tive a certeza de ser um Barolo, pois o vinho era muito perfumado, especiarias, madeira tostada. Na boca as frutas estavam evidentes, mas o que marcava mesmo era a alta acidez do vinho e o caráter do carvalho. Eu realmente tive a certeza de estar bebendo um Barolo, até porque o final do gole ainda deixava algo que lembrava tabaco.

Pois bem, como você já viu, o vinho era um Norgona do Philippe Pacalet. Ele tem uma personalidade que é muito difícil achar em um Borgonha, que normalmente são mais suaves e menos tânicos.

PHILIPPE PACALET Nuits-St.-Georges 2005

Se você quer saber mais sobre o Philippe Pacalet, veja a boa matéria do Luiz Carlos Zanoni.

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3 Comments
  • Claudio Werneck
    Janeiro 9, 2010

    Paulão,

    Uma vez fui em um almoço de apresentação dos vinhos do Philippe Pacalet com a presença do próprio. Fiquei muito impressionado com a qualidade e personalidade dos vinhos. Experimente outros.

    Abs.,

    Claudio

  • Savio
    Janeiro 9, 2010

    Paulo, O Philippe Pacalet elabora seus vinhos naturalmente, fermentacao espontanea sem inocular, sem filtrar, clarificar, e sem adicionar SO2. Vinhos naturais tem todo um aspecto diferente de vinhos vinificados convencionalmente: http://www.morethanorganic.com
    Ele vive com uma brasileira, Monica. Va ao post do dia 12/12: http://www.wineterroirs.com/

    Voce poderia me informar qual importadora traz os vinhos dele?

    Abs,
    savio

  • Peter Wolffenbü
    Janeiro 11, 2010

    Paulo.

    Não estava muito errado no cometário que fiz na paixão pelos Barolo quando disse que eles eram a resposta da Itália aos Pinot Noir da Borgonha.

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